Manifestações nas redes sociais inibiram ainda mais a atividade de bolsonaristas.

Mais de 300 cidades em todo o país realizaram manifestações “Fora Bolsonaro”. No exterior também houve atos contra Bolsonaro. Foram registradas manifestações em 35 outras localidades, em 16 países. O protesto foi organizado pelas centrais sindicais, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, movimentos sociais e partidos de oposição. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) também participa da mobilização.

O movimento, que já realizou três grandes protestos nacionais, também defende o Auxílio Emergencial de R$ 600, vacinas para todos e todas, mais investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) e na educação, mais empregos. É contra as privatizações e desmonte das empresas públicas, inclusive dos bancos públicos, e contra a Reforma Administrativa.

Houve uma intensa mobilização nas redes sociais. De acordo com dados da coordenação da campanha, divulgados pela Rede Brasil Atual, a tag #3JForaBolsonaro foi contabilizada em mais de 500 mil postagens no Twitter. E dominou a rede. O levantamento foi feito pelo professor Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que informou que, nesse 3 de julho, houve uma redução das atividades do bolsonaristas em defesa do governo nas redes sociais. Apenas 25% dos bolsonaristas que tiveram atividades em defesa do Presidente da República no dia 19 de junho se manifestaram novamente no dia 3 de julho.